PRODUTOS >> A BÍBLIA DO SOM


Edição Verão 2006

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páginas: 1024
tomos: 1
ilustrações: 668 (fotos, desenhos e figuras)
tamanho aproximado do tomo: 62mm x 210mm x 297mm
avaliação dos leitores, com base em 156 análises:

Apresentação:

livro de capa dura, miolo com 1024 páginas, papel offset 75 g/m², 1x1 cores iguais.
capa em papel couche fosco 230 g/m2, 4x0 cores.
acabamento da capa: plastificação e revestimento
lombada quadrada
refile, intercalação e costura
impressão digital

Dados técnicos:

título da obra: A Bíblia do Som
registro: texto e figuras (todos os direitos reservados para o autor)
autor: engº Luiz Fernando Otero Cysne
segunda edição: verão 2006
produção executiva: Cysne Science Publishing Co., USA
coordenação técinica: Digital Tecnologia de Áudio e Vídeo Ltda.
capas: Klass Bennergard Productions, Amsterdam, Holland
arte final: Chico Stwart
composição: Cysne Science Publishing Co. e Digital Tecnologia de
Áudio e Vídeo Ltda., Divisão Engenharia de Sistemas
revisão técnica: engº Alexandre Algranti
impressão e montagem: ADG Soluções Gráficas

Resumo da obra:

É uma honra e uma satisfação para todos nós, colaboradores da equipe do autor, ter tido a oportunidade inédita e fascinante de poder editar uma obra como esta, gerada a partir da certeza que os assuntos tratados não fazem parte de nenhum curriculum escolar oficial no Brasil.

Provavelmente, a Bíblia do Som é o mais completo e abrangente de todos os trabalhos voltados para a engenharia de áudio já publicados em lingua portuguesa até este momento. Uma evolução natural do pioneiríssimo trabalho do mesmo autor - Áudio, Engenharia e Sistemas - publicado pela H. Sheldon (Revista Backstage) no verão de 1989, a Bíblia do Som é um universo colorido e surpreendente, que se renova a cada capítulo.

A experiência de mais de quase quatro décadas do autor em projetos avançados de acústica arquitetônica e engenharia de áudio se faz sentir logo nas primeiras páginas do trabalho. Quer pela desenvoltura, quer pela acuidade das colocações, que assim se conservam ao longo de toda a obra. Ao mesmo tempo, a índole de mestre de Luiz Fernando O. Cysne resultou num trabalho pautado pela linguagem acessível, apresentado numa seqüência rigorosamente didática. O que se aplica inclusive aos tópicos de natureza técnica complexa. Eis aí uma verdadeira Pedra de Rosetta para a engenharia do áudio e para assuntos correlatos.

A organização de todo o material, a distribuição das informações coletadas e a definição da seqüência dos capítulos são atributos primorosos que, segundo o autor, são a conseqüência direta da participação de centenas de leitores de todo o Brasil, por mais de uma década e meia. Dessa forma, a abordagem geral facilita muito o entendimento do texto, até mesmo para leitores de formação e orientação não técnicas. Nessa mesma direção, e evidenciando o grande respeito que o autor revela por seus leitores, as ilustrações complementam o material escrito de maneira soberba.

Informações específicas obtidas nos últimos dois anos junto a leitores mais recentes deixam transparecer claramente o reconhecimento de que a Bíblia do Som é uma autêntica referência da Engenharia de Áudio no Brasil. Esse reconhecimento parece estar baseado na latitude dos temas abordados, na profundidade que lhes foi emprestada e pela extraordinária precisão atribuída a cada uma das muitas colocações feitas por Cysne.

O autor mostra-se muito preocupado com a necessidade de renovação e com a atualização de um trabalho constituído de essências tecnológicas que estão em permanente estado de mutação. Como resposta a esse desafio e, considerando a magnitude do trabalho, foi imaginada uma forma gráfica que possibilitasse a intervenção autoral a intervalos não muito prolongados. Ou seja, a edição digital em tiragens bem reduzidas. O que aumenta consideravelmente os custos de produção. A contrapartida é a possibilidade de se oferecer um trabalho que, apesar de toda sua grandiosidade, estará sempre muito atualizado.

Por todas essas razões, amantes do áudio em geral, músicos noviciados e experientes, engenheiros e técnicos de som, sonoplastas, engenheiros de eng. Luiz Fernando Otero Cysne página 4/18 Avenida dos Bandeirantes 3516, São Paulo, SP, CEP 04071-010, fone (011) 5093 1618 gravação e proprietários de estúdios, operadores de som, projetistas de áudio, estudantes, sound designers, hobbystas, amantes do som a quaisquer títulos e até mesmo pessoas sem qualquer experiência, apenas com interesse no assunto, gente proveniente de todas as partes, têm recebido de braços abertos este trabalho extraordinário.

Principalmente porque ele é, efetivamente, visto como um caminho certo e objetivo para a elevação do nível de conhecimento técnico de muitos dos assuntos relacionados com a ciência do áudio e da acústica. Recentemente na JBL Professional, o autor foi surpreendido com uma inusitada solicitação do Sr. Mark Gander, Vice Presidente de Marketing daquela organização, quando este pediu a Luiz Fernando Cysne a gentileza de autorizar e encaminhar alguns exemplares da Bílbia do Som para a JBL, com a finalidade de uso corporativo interno e treinamento.

O autor não esqueceu que, mesmo diante de um trabalho de escopo tão vasto quanto este, muitos leitores pensarão em se desenvolver num ou mais temas abordados na Bíblia do Som. Eis porque o Apêndice H relaciona mais de mil trabalhos, todos utilizados como referências bibliográficas pelo autor durante a elaboração desta obra.

Boa leitura a todos.
Alexandre Algranti

Índice geral da obra

conteúdo do capítulo 1 – Sistemas de Sonorização

  • 1.1 Reforço Acústico de Voz
  • 1.2 Reforço Acústico de Música ao Vivo
  • 1.3 Reforço Acústico de Música Mecânica
  • 1.4 Sistemas de Gravação
  • 1.5 Sistemas de Alta Impedância / Voltagem Constante
  • 1.6 Sistemas de Mixagem Automática
  • 1.7 Sistemas de Mascaramento Acústico
  • 1.8 Sistemas de Tradução Simultânea
  • 1.9 Sistemas de Ajuda aos Deficientes Auditivos
  • 1.10 Sistemas de Cinema
  • 1.11 Sistemas de Segurança
  • 1.12 Sistemas Móveis
  • 1.13 Sistemas de Transmissão
  • 1.14 Sistemas Industriais
  • 1.15 Sistemas Especiais
  • 1.16 Sistemas Combinados
  • 1.17 Sistemas Digitalmente Controlados
  • 1.18 O Campo de Aplicação dos Vários Sistemas
  • 1.19 Formas de Criação e de Reprodução dos Sons
    • 1.19.1 Mono
    • 1.19.2 Estéreo Convencional
    • 1.19.3 Estéreo Aumentado
    • 1.19.4 Estéreo Aumentado Avançado
    • 1.19.5 Multicanal
    • 1.19.6 Áudio Binaural

conteúdo do capítulo 2 – Decibéis

  • 2.1 Logaritmos
  • 2.2 Principais Propriedades dos Logaritmos
  • 2.3 Mudança de Base
  • 2.4 O Bel
  • 2.5 O decibel
  • 2.6 Referências e Rótulos
    • 2.6.1 dBm
    • 2.6.2 dBW
    • 2.6.3 Multiplicador 10 ou 20 ?
    • 2.6.4 dBv e dBu
    • 2.6.5 Lp (antigo dB SPL)
    • 2.6.6 dBA, dBB e dBC
  • 2.7 Decibéis, Multiplicadores, Referências e Rótulos
  • 2.8 Combinação de Decibéis
  • 2.9 Nomogramas 10 log e 20 log

conteúdo do capítulo 3 – Noções de Acústica

  • 3.1 A Importância da Acústica para o Engenheiro de Áudio
  • 3.2 Conceituação de Som
  • 3.3 Propagação e Velocidade
    • 3.3.1 Conceitos Elementares de Física
    • 3.3.2 Propagação do Som
    • 3.3.3 Velocidade de Propagação do Som
  • 3.4 Principais Propriedades do Som
    • 3.4.1 Freqüência
    • 3.4.2 Intensidade
    • 3.4.3 Forma de Onda
  • 3.5 Tempo x Espaço
    • 3.5.1 Período
    • 3.5.2 Comprimento de Onda
  • 3.6 Nossas Percepções Psicofísicas
    • 3.6.1 Altura
    • 3.6.2 Audibilidade
    • 3.6.3 Timbre
  • 3.7 O Simples, O Complexo, O Quadrado e Os Ruídos
    • 3.7.1 Tom Puro
    • 3.7.2 Onda Complexa
    • 3.7.3 Onda Quadrada
    • 3.7.4 Ruídos
    • 3.7.4.1 ruído branco
    • 3.7.4.2 ruído rosa
  • 3.8 Difração
  • 3.9 Quando o Som Incide Numa Superfície
    • 3.9.1 Reflexão
    • 3.9.2 Absorção
    • 3.9.3 Refração
    • 3.9.4 Transmissão
  • 3.10 Como os Sons são Transmitidos
    • 3.10.1 Através das Estruturas
      • 3.10.1.1 efeito diafragmático e perda de transmissão
      • 3.10.1.2 classe de transmissão de ruídos (STC)
      • 3.10.1.3 capacidade de isolação de ruídos das várias estruturas
    • 3.10.2 Pelo Ar
    • 3.10.3 Transmissão por Estruturas Sólidas
  • 3.11 Critérios de Ruídos (NC)
  • 3.12 Freqüência de Ressonância
    • 3.12.1 Elétrica
    • 3.12.2 Mecânica
    • 3.12.3 Acústica
  • 3.13 Coeficientes de Absorção
  • 3.14 Absorventes Acústicos
    • 3.14.1 Materiais Porosos e Fibras
    • 3.14.2 Painéis de Ação Diafragmática
    • 3.14.3 Bass Traps, Tube TRaps e Outros Traps
    • 3.14.4 Ressonadores de Helmhotz eng. Luiz Fernando Otero Cysne página 7/18 Avenida dos Bandeirantes 3516, São Paulo, SP, CEP 04071-010, fone (011) 5093 1618
  • 3.15 Ondas ou Raios?
  • 3.16 Ondas e Modos
    • 3.16.1 Ondas Estacionárias
    • 3.16.2 Modos Acústicos
  • 3.17 Tempo de Reverberação (RT60)
    • 3.17.1 Sabine
    • 3.17.2 Norris-Eyring
    • 3.17.3 Fitzroy
    • 3.17.4 Constante de Tempo ®
    • 3.17.5 O RT60 ideal
  • 3.18 Homogeneidade de Campo de Som
    • 3.18.1 Difusão
    • 3.18.2 Difusores
  • 3.19 A Anatomia do Tratamento Acústico
    • 3.19.1 Pensando Antecipadamente na Homogeneidade de Campo Acústico
    • 3.19.2 Controle do Nível de Ruído Interno
    • 3.19.3 Controle do Comportamento Acústico Interno

conteúdo do capítulo 4 – Equipamentos de Som

  • 4.1 Fontes de Programa
    • 4.1.1 CD Players
    • 4.1.2 Computadores
    • 4.1.3 mp3 players
    • 4.1.4 DATs
    • 4.1.5 Gravadores MD
    • 4.1.6 DVD-A
    • 4.1.7 SACD
    • 4.1.8 Decks Cassete e Gravadores de Carretel Aberto
    • 4.1.9 Gravadores DCC
    • 4.1.10 VCRs e Video Laser Players
    • 4.1.11 Sintonizadores de FM
  • 4.2 Microfones
    • 4.2.1 Padrão de Captação
    • 4.2.2 Elemento Gerador
    • 4.2.3 Modo de Usar
    • 4.2.4 Especificações
    • 4.2.5 Compatibilização e Resultados
    • 4.2.6 Microfones sem Fio
    • 4.2.7 Seleção de Microfones
  • 4.3 Mixers
    • 4.3.1 Visão Geral
    • 4.3.2 Mixers Analógicos
    • 4.3.3 Tipos de Mixers
    • 4.3.4 Automação
    • 4.3.5 Mixers Digitais
  • 4.4 Processadores de Sinais
    • 4.4.1 Equalizadores
    • 4.4.2 Compressores
    • 4.4.3 Limitadores
      eng. Luiz Fernando Otero Cysne página 8/18
      Avenida dos Bandeirantes 3516, São Paulo, SP, CEP 04071-010, fone (011) 5093 1618
    • 4.4.4 Expansores
    • 4.4.5 Compansores
    • 4.4.6 Noise Gates
    • 4.4.7 Delayers e Unidades de Reverberação
    • 4.4.8 Redutores de Ruído
    • 4.4.9 Supressores de Realimentação
    • 4.4.10 Exciters e Harmonizers
    • 4.4.11 Processadores Digitais de Efeitos e Outros Efeitos
  • 4.5 Amplificadores
    • 4.5.1 Aspectos Gerais
    • 4.5.2 Especificações
  • 4.6 Crossovers Ativos
  • 4.7 Alto-Falantes e Caixas Acústicas
    • 4.7.1 Cone e Bobina Móvel
    • 4.7.2 Drivers de Compressão e Cornetas
    • 4.7.3 Tweeters e Supertweeters
    • 4.7.4 Caixas Acústicas
    • 4.7.5 Especificações Técnicas
    • 4.7.6 Compressão Dinâmica
  • 4.8 Sistemas Controlados
    • 4.8.1 Controlados ou Processados?
    • 4.8.2 O que Controlar? (ou processar?)
    • 4.8.3 Os Sistemas Controlados (ou processados) são Perfeitos?
    • 4.8.4 Subprodutos
    • 4.8.5 Como são os Controladores
    • 4.8.6 Vantagens e Desvantagens e processamento Multibandas
    • 4.8.7 O Conceito Side Chain e Filtros
  • 4.9 Sistemas Digitalmente Controlados
    • 4.9.1 Evitando Confusão
    • 4.9.2 Um Modelo de Trabalho
    • 4.9.3 O Hardware
    • 4.9.4 Modularidade dos Processadores e das Matrizes
    • 4.9.5 Software
    • 4.9.6 Interface Gráfico
    • 4.9.7 Outros Recursos
    • 4.9.8 A Antiga Geração e a Geração Intermediária
    • 4.9.9 A Nova Geração
  • 4.10 Cabos e Fibras Óticas
    • 4.10.1 Cabos
    • 4.10.2 Fibras Óticas
  • 4.11 Bastidores

conteúdo do capítulo 5 – Ambientes Abertos x Ambientes Fechados

  • 5.1 Ambiente Aberto, Campo Livre e Campo Direto
  • 5.2 Ambientes Fechados e Campo Reverberante
  • 5.3 Atenuação do Som em Ambientes Abertos ou Lei dos Inversos dos Quadrados
  • 5.4 Atenuação do Som em Ambientes Fechados eng. Luiz Fernando Otero Cysne página 9/18 Avenida dos Bandeirantes 3516, São Paulo, SP, CEP 04071-010, fone (011) 5093 1618
  • 5.5 Distância Crítica (DC)
  • 5.6 O Controle da Distância Crítica
  • 5.7 Visualizando os Campos
  • 5.8 A Acústica e a Música
    • 5.8.1 O Ponto de Vista Musical
    • 5.8.2 O Ponto de Vista Técnico

conteúdo do capítulo 6 – Projeto de Sistema de Sonorização

  • 6.1 Porque o Projeto é Indispensável
  • 6.2 Requisitos Essenciais
    • 6.2.1 Cobertura Sônica
    • 6.2.2 Nível Adequado
    • 6.2.3 Inteligibilidade
    • 6.2.4 Resposta de Freqüência
  • 6.3 Preparação
  • 6.4 O Dimensionamento Eletroacústico
    • 6.4.1 Localização dos Falantes
    • 6.4.2 Inteligibilidade
    • 6.4.3 Armas Contra a Microfonia
    • 6.4.4 Nível de Programas, Margens e potência Elétrica
    • 6.4.5 Roteiro de Dimensionamento
  • 6.5 Arquitetura de Sistema e Diagrama de Blocos
    • 6.5.1 Falantes e Amplificadores
    • 6.5.2 Tipos e Quantidades de Consoles de Mixagem
    • 6.5.3 Periféricos
    • 6.5.4 A Seqüência dos Periféricos
    • 6.5.5 Necessidade de Diferentes respostas de Freqüência
    • 6.5.6 A Flexibilidade dos Patchbays
    • 6.5.7 Condicionantes
  • 6.6 A Escolha e Instalação dos Equipamentos
    • 6.6.1 Especificação e Recursos
    • 6.6.2 Padrão de Qualidade
    • 6.6.3 Preços
    • 6.6.4 Familiarização do Cliente com o Produto e Padronização
    • 6.6.5 Simplicidade Operacional
    • 6.6.6 Assistência Técnica e Peças
    • 6.6.7 Disponibilidade no Mercado
    • 6.6.8 OK, Mas em Versão Atualizada
    • 6.6.9 Homogeneidade de Conjunto
    • 6.6.10 Garantias
    • 6.6.11 O Processo de Escolha
    • 6.6.12 Os Produtos e a IEM
  • 6.7 O Que é a Instalação
  • 6.8 Infra-estrutura
  • 6.9 Documentação de Projeto
    • 6.9.1 Materiais Acústicos Especiais e Detalhes de Montagem
    • 6.9.2 Rede de Eletrodutos
    • 6.9.3 Localizações e Orientações das caixas Acústicas
    • 6.9.4 Diagrama de Blocos
    • 6.9.5 Diagrama de Identificação de Cabos
      eng. Luiz Fernando Otero Cysne página 10/18
      Avenida dos Bandeirantes 3516, São Paulo, SP, CEP 04071-010, fone (011) 5093 1618
    • 6.9.6 Diagramas de Cabeações Complementares
    • 6.9.7 Diagramas de Fiação ou Diagramas de Encaminhamento
    • 6.9.8 Detalhes de Conectorização
    • 6.9.9 Diagramas de Aterramento de Sistema
    • 6.9.10 Leiautes das Cabines Técnicas
    • 6.9.11 Leiautes de Cabines Técnicas
    • 6.9.12 Detalhes de Montagem
  • 6.10 Organização e Apresentação de Projeto
    • 6.10.1 Seção 1 – destino do Sistema
    • 6.10.2 Seção 2 – Funções do Sistema
    • 6.10.3 Seção 3 – Especificações de Desempenho
    • 6.10.4 Seção 4 – Acústica
    • 6.10.5 Seção 5 – Quantidade e Localização de Caixas Acústicas
    • 6.10.6 Seção 6 - Dimensionamento Eletroacústico
    • 6.10.7 Seção 7 - Infra-estrutura
    • 6.10.8 Seção 8 - Serviços
    • 6.10.9 Seção 9 - Documentação Técnica
    • 6.10.10 Seção 10 - Especificações Qualitativas de Equipamentos e Materiais
    • 6.10.11 Seção 11 - Especificações Quantitativas de equipamentos e Materiais
    • 6.10.12 Seção 12 - Descrição Técnica do Sistema
    • 6.10.13 Seção 13 - Desenhos e Formas de Apresentação do Projeto
  • 6.11 Software Disponível
    • 6.11.1 Apoio ao Projetista
      O EASE da Renkus Heinz
      O CAPDII da JBL
      O AcoustaCADD da Altec Lansing
      O Modeler da Bose
      O Catt-Acoustic
      O Gain Calc da Lectrosonics
    • 6.11.2 Alinhamento de Sistemas
      O Smaart
    • 6.11.3 Acústica
      O Aurora
      O Odeon
    • 6.11.4 Falantes e Caixas Acústicas
      O LMS (Loudspeaker Measurement System)
      O LEAP (Loudspeaker Enclosure Analysis Program)
      Selenium
    • 6.11.5 Proprietários
    • 6.11.6 Outros
      O Stardraw
      O Sound System Design Worksheet – SSDW
      O Room Optimizer
    • 6.11.7 Placas de Som e Microfones
      Microfones
      Placas de Som
    • 6.11.8 Deficiências e Cuidados

conteúdo do capítulo 7 – Clusters e Line-arrays

  • 7.1 Os Clusters e a Cobertura Acústica
  • 7.2 Aumento de Pressão Sonora de Uma Pilha
    • 7.2.1 Por Efeito de Aumento de Diretividade
    • 7.2.2 Por Efeito de Acoplamento Mútuo
    • 7.2.3 Compensações
  • 7.3 Pilhas e Matrizes Bessel
    • 7.3.1 Pilhas Bessel
    • 7.3.2 Matrizes Bessel
  • 7.4 Customizar ou Não Customizar, Eis a Questão
  • 7.5 Opções e Cuidados a Tomar
    • 7.5.1 Motivo #1 – Obtenção de Maior Pressão Sonora
    • 7.5.2 Motivo #2 – Obtenção de Controle de Diretividade
    • 7.5.3 Motivo #3 – Distribuição de Energia
  • 7.6 Line-arrays
    • 7.6.1 A Frente de Onda Coerente
    • 7.6.2 A Perda Com A Distância
    • 7.6.3 A diferença de Potência
    • 7.6.4 O Campo Próximo
    • 7.6.5 A Freqüência Inferior
    • 7.6.6 O Line-array Ideal
    • 7.6.7 Cobertura Angular
    • 7.6.8 Aplicação dos Sistemas Line-array
    • 7.6.9 conclusão

conteúdo do capítulo 8 – Interligação Entre equipamentos

  • 8.1 Introdução
  • 8.2 Fundamentos Básicos
    • 8.2.1 Linhas Balanceadas e Não Balanceadas
    • 8.2.2 O Conceito de Impedância
    • 8.2.3 Topologias dos Circuitos de Saída e de Entrada
    • 8.2.4 Níveis dos Sinais
  • 8.3 As interligações Quanto Ao Balanceamento
    • 8.3.1 A Regra SUE
    • 8.3.2 Interligações Balanceadas
    • 8.3.3 Interligações Mistas
    • 8.3.4 Interligações Não Balanceadas
  • 8.4 Interligações Quanto Às Impedâncias
    • 8.4.1 Interligações Não Terminadas
    • 8.4.2 Interligações Com Impedâncias Casadas
    • 8.4.3 Interligações Subterminadas
    • 8.4.4 Sistema Bridged ou Casamento de Voltagem
    • 8.4.5 A Influência das Impedâncias dos Cabos de Interligação
  • 8.5 As Interligações Quanto Às Topologias dos Aparelhos
    • 8.5.1 Tipos de Cargas dos Aparelhos de Áudio
    • 8.5.2 Tipos de Fontes dos Aparelhos de Áudio
  • 8.6 As Interligações Quanto Aos Níveis dos Sinais
  • 8.7 Ligações Amplificador – Caixas Acústicas
    eng. Luiz Fernando Otero Cysne página 12/18
    Avenida dos Bandeirantes 3516, São Paulo, SP, CEP 04071-010, fone (011) 5093 1618
    • 8.7.1 Associação de Caixas Acústicas
    • 8.7.2 As Impedâncias
    • 8.7.3 Os Níveis dos Sinais
  • 8.8 Pensando No Sistema Completo
    • 8.8.1 A Lógica do Encadeamento
    • 8.8.2 Sistemas Convencionais
    • 8.8.3 Sistemas Multivias

conteúdo do capítulo 9 – Interferência EletroMagnética (IEM) e Defesas

  • 9.1 O Que é a Interferência EletroMagnética (IEM)
  • 9.2 Condições Para Que Haja IEM
    • 9.2.1 Modelo Elementar
    • 9.2.2 Fontes de Ruído Elétrico
    • 9.2.3 O Meio de Propagação
    • 9.2.4 O Receptor
  • 9.3 Acoplamentos
    • 9.3.1 Impedância Comum
    • 9.3.2 De Campo Elétrico
    • 9.3.3 De Campo Magnético
    • 9.3.4 Acoplamento Direto
  • 9.4 A Vítima
    • 9.4.1 Susceptibilidade
    • 9.4.2 Imunidade
  • 9.5 Descarga Eletrostática (DEE)
    • 9.5.1 Produção de Eletricidade Estática
    • 9.5.2 Voltagens da DEE
    • 9.5.3 A Descarga e Como Evitá-la
  • 9.6 Identificação de Problemas
    • 9.6.1 Acoplamento Direto
    • 9.6.2 Acoplamento Capacitivo
    • 9.6.3 Acoplamento Indutivo
    • 9.6.4 Acoplamento Por Impedância Comum
    • 9.6.5 Ruídos Gerados nos Aparelhos e Interligações
  • 9.7 Técnicas de Combate
    • 9.7.1 Escolhas dos Aparelhos
    • 9.7.2 Interligações e Cabos
    • 9.7.3 Blindagens e Algumas Técnicas
    • 9.7.4 Aterramento
    • 9.7.5 Técnicas de Energia
    • 9.7.6 Infra-Estrutura
    • 9.7.7 Técnicas de Isolação
    • 9.7.8 Separação e Orientação de Bastidores (racks)
    • 9.7.9 Técnicas de Filtragem

conteúdo do capítulo 10 – Instalação

  • 10.1 O Que é Instalação
  • 10.2 Planejamento
    • 10.2.1 O Que Deve Ser Feito
      eng. Luiz Fernando Otero Cysne página 13/18
      Avenida dos Bandeirantes 3516, São Paulo, SP, CEP 04071-010, fone (011) 5093 1618
    • 10.2.2 Condições de Campo na Obra
  • 10.3 Recursos de Escritório
    • 10.3.1 Suprimentos
    • 10.3.2 Documentação
    • 10.3.3 Normas e Práticas de Instalação
    • 10.3.4 Ferramentas e Acessórios
    • 10.3.5 Instrumental
    • 10.3.6 Material de Instalação
  • 10.4 Recursos em Campo
    • 10.4.1 Mão de Obra especializada
    • 10.4.2 Organização
    • 10.4.3 Apontamentos
  • 10.5 Desenvolvimento dos Serviços Em Campo
    • 10.5.1 Primeira Fase – Na Oficina da Empresa
    • 10.5.2 Segunda Fase – Passagem de Cabos
    • 10.5.3 Terceira Fase – Montagem Mecânica I
    • 10.5.4 Quarta Fase – Montagem Mecânica II
    • 10.5.5 Quinta fase – Interligações e Acabamento
    • 10.5.6 Sexta Fase – Testes
    • 10.5.7 Sétima Fase – Alinhamento
    • 10.5.8 Oitava Fase – Entrega do Sistema e Documentação Técnica
    • s
    • 10.5.9 Nona fase - Treinamento

conteúdo do capítulo 11 – Testes de Sistemas

  • 11.1 Introdução
  • 11.2 O Procedimento Passo a Passo
  • 11.3 Passo 1 - Pré-testes
    • 11.3.1 Aparelhos Eletrônicos
    • 11.3.2 Transdutores
    • 11.3.3 Ferragem
    • 11.3.4 Fios e Cabos
    • 11.3.5 Materiais de Instalação e Miscelânea
    • 11.3.6 Partes de Sistemas
  • 11.4 Passo 2 – Verificação da Infra-estrutura e Testes de Energia
    • 11.4.1 Objetivo
    • 11.4.2 Rede de Eletrodutos
    • 11.4.3 Energia
  • 11.5 Passo 3 – Testes das Etapas de Confecção e Instalação de Cabos
    • 11.5.1 Instalação de Cabos
    • 11.5.2 Confecção de Cabos
  • 11.6 Passo 4 – Inspeção e Testes de Equipamentos Instalados
    • 11.6.1 Bastidores
    • 11.6.2 Aparelhos Eletrônicos em Geral
    • 11.6.3 Ferragem
    • 11.6.4 Alto-Falantes
    • 11.6.5 Outros Itens
  • 11.7 Passo 5 – Testes de Conexões
  • 11.8 Passo 6 – Testes de Sistema
    • 11.8.1 Energização
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    • 11.8.2 Ruídos Espúrios nos Falantes e Caixas Acústicas
    • 11.8.3 O Fluxo de Sinais
    • 11.8.4 Testes de Oscilações e de Ruídos Espúrios
    • 11.8.5 Testes de Polaridade
  • 11.9 Levantamento de Parâmetros
  • 11.10 Pré Alinhamento
    • 11.10.1 Níveis
    • 11.10.2 Equalização
  • 11.11 Testes Funcionais
  • 11.12 Medições Acústicas
    • 11.12.1 Níveis de Ruído Ambiente (NRA)
    • 11.12.2 Tempo de Reverberação (RT60)
    • 11.12.3 Reflexões

conteúdo do capítulo 12 – Alinhamento de Sistemas

  • 12.1 Introdução
  • 12.2 Alinhamento Elétrico
    • 12.2.1 Polaridades
    • 12.2.2 Estrutura de Ganho Global
    • 12.2.3 Ajustando a Estrutura de Ganho do Sistema
    • 12.2.4 Equalização
    • 12.2.5 Ajustes dos Processadores
  • 12.3 Alinhamento Mecânico
    • 12.3.1 Alinhamento Direcional dos Falantes
    • 12.3.2 Alinhamento dos Sinais nos Falantes
  • 12.4 Alinhamento e Software
    • 12.4.1 O Analisador TEF
    • 12.4.2 O Software Disponível
    • 12.4.3 O Smaart Pro da JBL
    • 12.4.4 O Audiosuite da Liberty
    • 12.4.5 O SIM III da Meyer Sound
    • 12.4.6 O MAPP da Meyer Sound

conteúdo do capítulo 13 – Infra-estrutura, Suprimento de Energia

  • 13.1 Um Pouco de História
  • 13.2 Os Dias de Hoje
    • 13.2.1 Geração
    • 13.2.2 Energia Trifásica e Tipos de transformadores
  • 13.3 Linhas de Transmissão de Energia e Circuitos de Distribuição
  • 13.4 Fornecimento Para Consumo
  • 13.5 Neutro e Terra
  • 13.6 Sistemas Aterrados
    • 13.6.1 Segurança
    • 13.6.2 Confiabilidade
    • 13.6.3 Redução de Custos
  • 13.7 Obtendo Uma Visão Panorâmica dos Problemas
    • 13.7.1 Extra Edificação
    • 13.7.2 Infra Edificação
  • 13.8 A Opção Pelo Condicionamento de Linha
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  • 13.9 A Opção Pelos Sistemas Técnicos de Energia
  • 13.10 O Domínio Técnico da Situação
  • 13.11 Supressão de Transientes de Cargas Indutivas e de Ruídos Produzidos Por Cargas Genéricas
    • 13.11.1 Correntes de Distorção e Harmônicos – Sistemas de Energia
    • 13.11.2 Controle de cargas Indutivas – Tratamento Local
  • 13.12 Consumo do Sistema

conteúdo do capítulo 14 – Infra-estrutura, Rede de Eletrodutos

  • 14.1 Introdução
  • 14.2 Separação Por Níveis
  • 14.3 Encaminhamento
  • 14.4 Tipos de Eletrodutos
    • 14.4.1 Tubos
    • 14.4.2 Eletrocalhas
    • 14.4.3 Esteiras
  • 14.5 Prumadas e Poços de Elevação
  • 14.6 Características dos Materiais e Escolhas
    • 14.6.1 Eletrodutos
    • 14.6.2 Caixas
    • 14.6.3 Escolhas das Caixas
  • 14.7 Aspectos Construtivos

conteúdo do apêndice A – Glossário

  • 28 páginas com os verbetes mais utilizados em áudio profissional

conteúdo do apêndice B – Fundamentos da Alta Impedância / Voltagem Constante

  • B.1 Introdução
  • B.2 Fundamentos da Alta Impedância / Voltagem Constante
    • B.2.1 Padronização de Voltagem
    • B.2.2 Impedância de Carga Nominal
    • B.2.3 Qual é a Potência Ideal Para o Amplificador de 70,7 Volts?
    • B.2.4 Configuração dos Sistemas Alta Impedância / Voltagem Constante
  • B.3 Conceituação Técnica
    • B.3.1 Trabalhando em Função de Resultados
    • B.3.2 Perdas
    • B.3.3 Sensibilidade Axial dos Alto-falantes
    • B.3.4 Potência Elétrica Necessária Por Alto-falante
    • B.3.5 A Mais Importante de Todas as Regras
    • B.3.6 Como Calcular os Transformadores de Linha Para Bobina Móvel
  • B.4 Tipos de Alto-falantes utilizados em Sistemas AIVC
  • B.5 A Central de Som
  • B.6 Recursos Possíveis
    • B.6.1 Controle Individualizado de Volume
    • B.6.2 Controle Regionalizado de Volume
    • B.6.3 Independência das Linhas ou de Partes Delas
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    • B.6.4 Níveis de Programação e Canais de Áudio
    • B.6.5 Gongo
    • B.6.6 Setorização
    • B.6.7 Avisos e Chamadas Forçadas
    • B.6.8 Equalização
    • B.6.9 Monitoração
    • B.6.10 Substituição Manual de Amplificador com Defeito
    • B.6.11 Substituição Automática de Amplificador com Defeito
    • B.6.12 Controle Automático de Ganho
    • B.6.13 Microfones
    • B.6.14 Geração de Tons Especiais
    • B.6.15 Distribuição Voltada Para a Otimização da Confiabilidade
    • B.6.16 Transformadores Tapeados
  • B.7 Instalação
    • B.7.1 Aspectos Preliminares
    • B.7.2 Normas e Práticas Aplicáveis
    • B.7.3 Instrumental Necessário
  • B.8 Manutenção
  • B.9 Documentação
  • B.10 A Panacéia e Os Equipamentos Disponíveis no Mercado

conteúdo do apêndice C – Introdução Às Técnicas Digitais

  • C.1 Arquitetura Básica de Um Computador
  • C.2 Arquitetura da Memória
  • C.3 Representação Binária
  • C.4 Pontos Flutuantes
  • C.5 Correção de Erros
  • C.6 Hardware e Software
  • C.7 Processamento de Dados
  • C.8 PCM
  • C.9 Amostragem
  • C.10 O Sistema Completo
  • C.11 Relação Sinal / Erro de Quantização
  • C.12 Sistema de Edificação

conteúdo do apêndice D – Espectrometria Por Atraso de Tempo (EAT) e os Analisadores TEF

  • D.1 Introdução
  • D.2 O Que é a EAT
  • D.3 Tempo e Distância
  • D.4 Os Analisadores TEF
  • D.5 Techron 12
  • D.6 Utilizando os Analisadores TEF
    • D.6.1 3D
    • D.6.2 FTC
    • D.6.3 EFC
    • D.6.4 ETC
    • D.6.5 NPP (Nyquist Phase Plot)
    • D.6.6 PFC (Phase x Frequency Curve)
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    • D.6.7 Fase Absoluta ()
    • D.6.8 Fase Relativa ()
    • D.6.9 Ângulos de Fase ( grafico e grafico )
    • D.6.10 Polaridade
    • D.6.11 Atraso de Fase
    • D.6.12 Atraso de Sinal
    • D.6.13 Bode Plot
    • D.6.14 Nichols Plot
  • D.7 Outras Medições
  • D.8 Mais Aperfeiçoamentos

conteúdo do apêndice E – O Milagre do Ouvido Humano

  • E.1 Ouvido Externo
  • E.2 Ouvido Médio
  • E.3 Ouvido Interno
  • E.4 O Mecanismo da Audição
  • E.5 Voltagens
  • E.6 Mecanismo Neuronal
  • E.7 Percepção Psico-Física e Características Auditivas
    • E.7.1 Audição Binaural e Localização da Direção dos Sons
    • E.7.2 Efeito Precedência
    • E.7.3 Efeito Haas
    • E.7.4 Mascaramento Acústico
    • E.7.5 Discriminação Auditiva
  • E.8 O Que Podemos Ouvir
    • E.8.1 Sensibilidade Auditiva versus Níveis de Pressão Sonora
    • E.8.2 Audibilidade, Largura de Banda e Bandas Críticas
    • E.8.3 Os Impulsos e Como Ouvimos
  • E.9 Educação do Ouvido
  • E.10 Alavancagem e Defesa do Ouvido
  • E.11 Algumas Limitações de Nossos Ouvidos
    • E.11.1 Geração de Harmônicas
    • E.11.2 Combinação de Tons
    • E.11.3 Beats
    • E.11.4 Outras Limitações
  • E.12 Estudos e Perspectivas

conteúdo do apêndice F – Coeficientes de Absorção Acústica

  • F.1 Assentos e Platéias
  • F.2 Materiais de Acabamento
  • F.3 Materiais Acústicos Variados
  • F.4 Materiais Acústicos Modulares Digital
  • F.5 Cortinas
  • F.6 Carpetes e Tapetes
  • F.7 Materiais Acústicos Pré Fabricados
  • F.8 Painéis Acústicos
  • F.9 Diversos

conteúdo do apêndice G – Relações de Figuras, Expressões e Tabelas

  • G.1 Relações de Figuras
  • G.2 Tabelas
  • G.3 Expressões

conteúdo do apêndice H – A Transformada de Fourier

  • H.1 Quem Foi Fourier
  • H.2 O Mistério da Transformada
  • H.3 A Análise de Fourier
  • H.4 Transformada Discreta Finita (DFT)
  • H.5 A Análise do Cepstrum

conteúdo do apêndice I – Bibliografia

  • Referência a mais de 1000 trabalhos com indicação completa de título, autor, origem e data

Nome:
E-mail:
Telefone:   
Assunto:
Mensagem:

LINE ARRAY TOTAL

Line Array Total LANÇAMENTO INTERNACIONAL

LINHA LUFT
Sistema Principal 3 vias
Subwoofer
Caixa satélite

SISTEMA RUIDOSO?

Sistema Ruidoso Dispomos das ferramentas mais avançadas do mundo para diagnosticar a qualidade da energia. Assim, podemos diagnosticar a solução adequada e exclusiva para seu caso!

A BÍBLIA DO SOM

Sistema Ruidoso A engenharia de áudio contida na mais completa obra (1200 páginas) jamais escrita em português
Simplesmente maravilhoso!!
Mark Gander
Vice Presidente JBL Profissional

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